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domingo, 19 de março de 2023

GROSTOLI

 Os grostoli (ou "crostoli", em italiano), muito presentes na culinária das colônias italianas e alemãs do sul do Brasil, são uma massa doce frita e passada em açúcar, também popularmente conhecidos como orelha de gato, calça virada ou cueca virada.


Versão 1 (receita da Vó Gema): 

  • 3 ovos
  • 1 xícara de açúcar
  • ½ xícara de óleo, manteiga ou nata
  • 5 colheres de cachaça
  • 1 xícara de leite quente
  • erva-doce ou noz moscada ralada
  • 2 colheres de fermento em pó
  • farinha
  • óleo para fritar
  • açúcar com canela para finalizar

 

Versão 2:

  • 1 ou 2 ovos
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 ou 2 colheres de manteiga, nata ou banha
  • 1 colher (sopa) de cachaça
  • 1 xícara de leite morno (pode ser substituído por água ou suco de laranja; neste último caso, não é necessário usar a cachaça)
  • 1 pitada de sal
  • 2 ou 3 colheres (chá) de fermento em pó
  • farinha o quanto baste
  • óleo para fritar
  • açúcar mascavo peneirado ou açúcar branco com canela para finalizar

quarta-feira, 8 de março de 2023

Massa para pastel da Vó Gema

  • 2 ovos
  • 5 colheres de óleo
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 4 colheres (sopa) de cachaça
  • 1 copo de água morna
  • farinha de trigo até dar ponto

Bolachas da Vó Gema

  • 3 ovos
  • 1 e ½ xícara de açúcar
  • ½ xícara de manteiga
  • ½ xícara de leite morno
  • ½ xícara de amido de milho
  • ½ xícara de polvilho doce
  • opcionais: essência de baunilha, açúcar de baunilha ou noz moscada ralada
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 2 colheres (chá) de sal amoníaco
  • farinha até dar ponto

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Bolinhos fritos de massa de pão

Faça uma massa para pão colonial, deixe crescer até dobrar de volume. Então, modele os bolinhos, recheando-os a seu gosto, e frite-os em óleo quente. Se o recheio for doce, depois de fritos, passe-os numa mistura de açúcar e canela. Sirva a seguir, ainda quentes.

 Nota: Se quiser simplificar, apenas modele pequenos discos de massa na palma da mão e frite-os em óleo, sem rechear.

Receita inspirada nas tortucce italianas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Geleia de jabuticaba e geleia de pitanga

GELEIA DE JABUTICABA

  • 1 kg de jabuticabas lavadas, sem o cabinho
  • 2 xícaras de água
  • 2 xícaras de açúcar

Coloque as jabuticabas e a água numa panela grande e leve para ferver até as jabuticabas começarem a estourar. Passe tudo por uma peneira de metal, separando primeiro as cascas e retirando-as, e depois espremendo o restante com uma colher. Coloque o caldo obtido de volta na panela, junte o açúcar e misture somente até dissolver. Cozinhe até atingir o ponto de geleia (no mínimo 30 minutos de fervura), mexendo o mínimo possível, apenas de vez em quando. Despeje a geleia quente em pote(s) de vidro bem limpo(s) - escalde previamente o interior com água fervente para esterilizar. Deixe esfriar, tampe e guarde na geladeira para ir sendo consumida (procure fazê-lo antes de decorrer um mês).

 

GELEIA DE PITANGA

  • 1/2 kg de pitangas lavadas
  • 1 xícara de água
  • 1 xícara de açúcar

O procedimento é semelhante ao da geleia de jabuticaba, com a diferença que as pitangas não estouram, então a fervura prévia é apenas para facilitar a retirada dos caroços e das cascas.

GELEIA DE MIRTILO

  • 1 xícara de mirtilos
  • 1 xícara de água
  • 1 xícara de açúcar

Bater os mirtilos com a água no liquidificador. Passar o conteúdo para uma panela, adicionar o açúcar e ferver por uns 20 minutos ou até dar ponto, mexendo conforme necessário para não grudar no fundo da panela.

Dica para geleias em geral: Se quiser uma geleia mais espessa, adicione fatias de maçã ao cozimento (para liberar a pectina, que é um espessante natural).

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Esfregolado

Doce provavelmente inspirado na “Fregolotta” ou “Torta Sfregolotta” da região italiana do Vêneto (torta crocante feita com farinha de trigo, açúcar e nata fresca, em formato redondo), adaptada na colônia de imigrantes italianos do sul do Brasil usando ingredientes e utensílios que lhes eram mais acessíveis (substituindo a nata por banha, parte da farinha de trigo por farinha de milho, e usando geralmente forma comum retangular de bolo).

  • 3 ovos
  • 1 xícara de açúcar

Misturar os ovos com o açúcar e bater bem.

Untar e enfarinhar com farinha de milho uma forma retangular de bolo de uns 20cm x 30cm (sem antiaderente, pois você precisará cortar o bolo ainda na forma e isso poderia danificar o revestimento), reservar. Preaquecer o forno a 180 graus.

  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 xícara de farinha de milho fina

Adicionar as farinhas e misturar bem.

  • 1 xícara de banha

Acrescentar a banha e misturar bem. Colocar a massa na forma, espalhando-a por igual. Assar por aproximadamente 40 minutos ou até começar a dourar (embora não leve fermento, melhor não abrir o forno antes de 30 minutos). Cortar em quadrados pequenos, ainda na forma, enquanto ainda quente. Depois de morno, peneirar açúcar de confeiteiro sobre os pedaços.


quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Pão-de-ló da Vó Gemma

  • 6 claras
  • 1/2 xícara de açúcar
Ligue o forno para ir aquecendo. Unte a forma com manteiga.
Bata as claras até o ponto de neve firme num recipiente em separado. Acrescente aos poucos o açúcar. Reserve.
  • 6 gemas
  • 1 e 1/2 xícaras de açúcar
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de maisena
  • 1 xícara de leite ou suco de laranja
  • 1 colher (sopa) de fermento
Bater as gemas com o açúcar. Juntar o leite (ou o suco), acrescentar a maisena, a farinha de trigo e o fermento. Adicionar as claras, misturando com uma colher, suavemente. Levar ao forno e assar até que espetando um palito no centro ele saia limpo (não abrir o forno antes de 30 minutos).

domingo, 24 de maio de 2020

Polenta

  • 3 xícaras e 1/2 de água
  • sal a gosto
Colocar a água para ferver. Acrescentar o sal. 
  • 1 xícara de farinha de milho média
  • 1 xícara (ou mais) de água
Num recipiente, colocar a farinha, depois acrescentar a água e misturar. Se ficar "empapada", adicionar mais água até ficar um creme bem liso. 
Despejar essa mistura na água fervendo e ir mexendo até ficar na consistência de seu agrado. 

Sugestão de acompanhamentos: carne moída com molho vermelho, arroz, feijão e saladas.

Outras apresentações:


ESCONDIDINHO DE POLENTA


Num refratário, distribua uma camada de carne preparada com molho vermelho, cubra com uma camada de polenta, depois com fatias de queijo e finalize com parmesão ralado. Leve ao forno ou ao micro-ondas para derreter o queijo, sirva a seguir.


LASANHA DE POLENTA


Num refratário, distribua, em camadas: carne preparada em molho vermelho, queijo fatiado, polenta, queijo fatiado. Repita as camadas, finalize com queijo parmesão ralado. Leve ao forno ou ao micro-ondas para derreter o queijo, sirva a seguir.


POLENTA "BRUSTOLADA"


Na colônia italiana do sul do Brasil, costuma-se fatiar a polenta fria e grelhá-la dos dois lados (pode-se também, depois de virá-la, enquanto o segundo lado grelha, cobrir cada pedaço com fatias de queijo e salame). É importante deixar um bom tempo grelhando de cada lado, até que se forme uma crosta e assim se solte facilmente da grelha.
Curiosidade: O termo “brustolada” é do dialeto “talian” (ou “vêneto brasileiro”), e vem do verbo italiano “abbrustolire” (cujo particípio seria “abbrustolita”) que significa torrar.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Sagu ao vinho

(sobremesa tradicional da colônia italiana do sul do Brasil)

Versão 1:

  • 3 xícaras de água para a calda
  • 2 xícaras de vinho tinto seco
  • 1 xícara de sagu
  • um pouco de água para colocar o sagu de molho
  • 1 xícara de açúcar
  • opcionais: cravos – casca de canela 

Num recipiente de vidro, colocar o sagu, acrescentar água até cobrir e reservar.

Numa panela de bordas altas, ferver a água com o vinho. Quando levantar fervura, colocar o sagu. Cozinhar em fogo baixo, mexendo sempre, por uns 15 minutos. Acrescentar o açúcar e ferver mais 5 minutos. Retirar os cravos e a canela, se for o caso de ter utilizado. Deixar esfriar em temperatura ambiente, mexendo de vez em quando.

 (receita da Dargite)

 Versão 2:

  • 100ml de sagu
  • 500ml de água
  • 500ml de vinho tinto seco e/ou de suco de uva
  • 100ml de açúcar (ou menos, se usar suco doce)
  • opcionais: 2 cravos - casca de canela

Deixar o sagu de molho em 200ml da água por 2 horas. Numa panela de pressão (sem a tampa), ferver o vinho, o suco, o restante da água, os cravos e a canela. Quando levantar fervura, adicionar o sagu já escorrido. Cozinhar em fogo baixo, mexendo frequentemente para não grudar no fundo. Quando as bolinhas estiverem quase transparentes (depois de uns 20 minutos, mais ou menos), acrescentar o açúcar, elevar um pouco o fogo e seguir mexendo por mais aproximadamente 5 minutos. Apagar o fogo, colocar a tampa na panela de pressão imediatamente, fechando bem, para que as bolinhas de sagu completem o cozimento lentamente enquanto esfriam. Quando estiver quase frio, retirar os cravos e a canela, passar para um recipiente de vidro ou travessa com tampa. Deixar completar o processo de esfriamento sem a tampa, em temperatura ambiente. Quando estiver completamente frio, tampar e levar à geladeira.

Se quiser servir acompanhado por creme de baunilha, misture numa panela 1/2 litro de leite, 1 colher (chá) de essência de baunilha, 3 colheres (sopa) de açúcar e 3 colheres (sopa) rasas de maisena, leve tudo ao fogo, mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar.

Versão 3:

  • 1 xícara (chá) de sagu
  • 4 xícaras (chá) de água
  • 1 litro de vinho tinto seco (ou 1/2 litro de vinho tinto seco e 1/2 litro de suco de uva integral)
  • 5 cravos
  • 1 casca de canela
  • 1 xícara (chá) de açúcar
Deixar o sagu de molho na água por 2 horas. Numa panela, ferver o vinho, o suco, os cravos e a canela. Quando levantar fervura, adicionar o sagu já escorrido. Cozinhar em fogo baixo, mexendo frequentemente para não grudar no fundo. Quando as bolinhas estiverem quase transparentes (depois de uns 25 minutos, mais ou menos), acrescentar o açúcar, elevar um pouco o fogo e seguir mexendo por mais aproximadamente 5 minutos. Tampar a panela, apagar o fogo e deixar amornar por uns 10 minutos com a panela tampada. Retirar os cravos e a canela, passar para um recipiente de vidro ou travessa com tampa. Deixar esfriar sem a tampa, em temperatura ambiente. Quando estiver frio, tampar e levar à geladeira.
Se quiser servir acompanhado por creme de baunilha, misture numa panela 1/2 litro de leite, 1 colher (chá) de essência de baunilha, 3 colheres (sopa) de açúcar e 3 colheres (sopa) rasas de maisena, leve tudo ao fogo, mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar.

Sugestão rápida para o creme de acompanhamento: misture 1 caixinha de leite condensado com 1 e ½ caixinhas de creme de leite.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Pudim da Vó Ina

  • 10 ovos
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 a 3 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
  • leite
  • opcional: raspas de casca de laranja
Colocar os ovos, o leite condensado, o açúcar e a farinha de trigo num liquidificador com copo de no mínimo 1,6 litros; completar até esta medida com o leite; acrescentar as raspas de laranja (se for o caso); bater.
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
Caramelar uma forma de pudim. Despejar nela a mistura liquidificada. Cozinhar em banho-maria por uns 45 minutos, preferencialmente no forno.
Deixar esfriar, levar à geladeira. Depois de bem gelado, desenformar.
(receita da Dona Angelina)

domingo, 5 de junho de 2016

Doce de marmelo

  • marmelos
  • açúcar
  • água
Lavar os marmelos, descascar e retirar a parte onde estão as sementes. Cortar a polpa restante em pedaços. Numa panela, colocar os pedaços de marmelo e ir adicionando água com uma xícara-medida até cobri-los, contando quantas xícaras de água foram colocadas. Adicionar açúcar na proporção de 2/3 da quantidade de água. Cozinhar até o ponto de doce em calda. Guardar em vidros previamente aferventados, bem vedados. 
Quando consumir o doce, servir bem gelado.

Medidas aproximadas: 10 marmelos grandes (em torno de 4kg) para 12 xícaras de água e 8 xícaras de açúcar.
As cascas podem ser aproveitadas para fazer geleia, moendo-as no liquidificador com água, e seguindo a proporção de 5 xícaras de mistura moída para 2 xícaras de açúcar.
(receita do Gilmar)

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Doce de casca de laranja em calda

  • cascas grossas de laranja (usar cascas de frutas cultivadas sem agrotóxicos)
  • água
  • açúcar
  • cravos
Medidas aproximadas para render um vidro de 600ml: cascas de 5 laranjas / 2 xícaras de açúcar / 3 xícaras de água / 4 cravos

Para reunir uma boa quantidade de cascas, conforme for consumindo as frutas, vá guardando-as num pote fechado na geladeira; ou, então, vá distribuindo as cascas sobre um papel toalha, em local bem ventilado e sem sol direto, para que sequem e assim não estraguem. Para que a casca saia com a parte branca mais espessa, ao descascar a fruta, marque a casca com 4 cortes no sentido longitudinal e retire cada pedaço, cuidadosamente, com as mãos. Se quiser, pode usar também algumas cascas de limão siciliano.
  1. Coloque as cascas numa panela e cubra-as com água. Leve ao fogo, deixe ferver por uns 30 segundos e escorra.
  2. Ponha-as de molho por 3 dias (na geladeira, se estiver calor), trocando a água 3x ao dia).
  3. No dia em que for cozinhar o doce, ferva por mais uns 5 minutos, jogue a água fora e deixe esfriar um pouco. Corte cada parte em 4 pedaços. Descasque, com cuidado, para retirar somente a parte externa amarela (retire o mínimo possível). Descarte as partes amarelas e coloque os pedaços brancos resultantes numa panela. Acrescente a água, o açúcar e alguns cravos e leve para ferver por uns 30-40 minutos, até ficar num ponto bom de doce em calda. Retire os cravos e guarde num vidro previamente escaldado, com a tampa bem vedada (o doce se conservará melhor se o vidro ficar bem cheio). Quando for servir, coloque o doce algumas horas antes na geladeira, e sirva acompanhado por sorvete, merengues esmigalhados e/ou coco queimado ralado e adoçado.
Dica: Caso não couber tudo no vidro, aproveite o excedente para colocar sobre bolos ou para acompanhar sobremesas como cuscuz de tapioca e sagu de leite; a calda pode ser usada também para adoçar sucos, chás ou saladas de frutas, ou ainda para substituir parte do líquido no preparo de outros doces como mousses e gelatinas. Também fica muito bom sobre carnes, para dar um toque agridoce.

sábado, 18 de abril de 2015

Bolo de fubá cozido


  • 70ml de óleo ou 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 400ml de fubá
  • 1 pitada de sal
  • 300ml de açúcar
  • 400ml de leite
  • 4 cravos
  • 1 pedaço de canela
  • 1 colher (chá) de erva-doce
Misture todos os ingredientes e leve ao fogo, mexendo sempre, até ficar como uma polenta. Retire do fogo e deixe esfriar.
  • 3 ovos
  • 200ml de leite
  • 1 pires de queijo ralado
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó passado por peneira
  • um pouco de farinha de milho para enfarinhar a forma
  • um pouco de farinha de milho ou de maisena para dar ponto na massa, se necessário
Enquanto a  mistura de fubá cozido esfria, unte e enfarinhe uma forma de aro no meio. Quando a massa de base estiver praticamente fria, retire os cravos e a canela. Adicione os ovos e o leite. Incorpore bem, preferencialmente com  auxílio de um fouet. Ligue o forno para ir preaquecendo. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Se a massa ainda não estiver no ponto de massa de bolo, vá adicionando mais farinha de milho ou maisena o quanto baste. Por último, adicione o fermento, misturando-o bem. Distribua a massa na forma e leve ao forno a 200 graus até ficar dourado. Desligue o forno e deixe por mais alguns minutos (acompanhe de perto para que não escureça demais ou queime). Então, vá abrindo a porta aos poucos para que o bolo não murche muito rápido ao entrar em contato com a temperatura ambiente. Desenforme quando estiver morno.

Versão 2 – sem glúten e sem lactose:

  • 150ml de óleo
  • 300ml de fubá
  • 100ml de mix de farinhas sem glúten e sem lactose (sugestão: amido de milho, polvilho doce e farinha de amêndoas)
  • 1 pitada de sal
  • 250ml de açúcar
  • 400ml de leite zero lactose
  • 4 cravos
  • 1 pedaço de canela
  • 1 colher (chá) de erva-doce

Misture todos os ingredientes e leve ao fogo, mexendo sempre, até ficar como uma polenta. Retire do fogo e deixe esfriar.

  • 4 ovos
  • 1 pires de queijo ralado zero lactose
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó passado por peneira
  • um pouco de farinha de milho para enfarinhar a forma

Enquanto a mistura de fubá cozido esfria, unte e enfarinhe uma forma, que pode ser retangular de tamanho médio, ou redonda de aro no meio, ou retangular do tipo para bolo inglês. Separe as gemas das claras. Bata as claras em neve e reserve-as. Quando a massa de base estiver praticamente fria, retire os cravos e a canela. Ligue o forno para ir preaquecendo. Adicione as gemas à massa. Incorpore bem, preferencialmente com auxílio de um fouet. Acrescente o queijo e misture mais um pouco. Depois, o fermento. Por último, as claras em neve, misturando suavemente. Distribua a massa na forma e leve ao forno a 200 graus até ficar dourado. Desligue o forno e deixe por mais alguns minutos (acompanhe de perto para que não escureça demais ou queime). Então, vá abrindo a porta aos poucos para que o bolo não murche muito rápido ao entrar em contato com a temperatura ambiente.

Se quiser umedecer o bolo, ferva uma calda feita com 100ml de água e 100ml de açúcar. Faça furos no bolo com um garfo ou palito e cubra-o com a calda.

(adaptações a partir de receita da Rosângela)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Pão de queijo


  • 1 quilo de polvilho azedo
  • 1/2 xícara de água
  • 1 colher (sopa) de sal
Sovar o polvilho junto com a água até ficar fino. Adicionar o sal.
  • 1 xícara  de leite
  • 1 xícara de óleo
  • 1 xícara de água
Numa panela, ferver o leite com o óleo e a água.
Escaldar o polvilho com a mistura (ir vertendo sobre o polvilho e misturando). Se não ficar bem uniforme, amalgamar com as mãos, se necessário (neste caso, espere a temperatura baixar um pouco, até o ponto em que esteja suportável). Deixar esfriar. 
  • 500g de queijo
  • 5 ovos
Colocar o queijo e os ovos e amassar bem. Com as mãos untadas (em margarina, banha ou gordura de coco), modelar os pãezinhos no formato de bolinhas. Assar no forno preaquecido por aproximadamente 25 minutos ou até que fiquem dourados (220ºC).
(adaptação a partir de receita trazida pela Emília de sua viagem a Minas)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Pão de milho



  • 200ml de leite morno
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 colheres (chá) de fermento biológico seco
Dissolva o açúcar no leite morno, adicione o fermento, misture um pouco e reserve para deixar crescer.
  • 70ml de óleo
  • 70ml de suco de laranja morno
  • 2 ovos
No recipiente da panificadora, coloque os demais ingredientes líquidos. Misture com uma espátula de silicone.  Adicione o fermento preparado.
  • 2 xícaras (ou mais, se necessário) de farinha de milho fina
  • 1 xícara de maisena peneirada com 1 colher (chá) de sal
Acrescente a farinha de milho. Misture. Adicione por último a maisena com o sal. Mexa com a espátula até incorporar bem. Se necessário, acrescente mais farinha de milho até ficar no ponto (um pouco mais firme que massa de bolo). Programe a panificadora para o ciclo rápido; quando parar de sovar, desligue e reprograme para o ciclo de apenas assar (1 hora). Após pronto, deixe o pão descansar um pouco com a panificadora desligada, depois desenforme e, se quiser, enrole num pano levemente umedecido para ficar mais macio. Pode ser consumido ainda quente.

Dicas: 
- Para fazer o pão sem panificadora, coloque a massa em forma untada e enfarinhada com farinha de milho, deixe crescer um pouco e depois asse em forno convencional. 
- Se quiser, depois de frio, esse pão pode ser cortado em fatias e congelado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Arroz doce


COM ARROZ INTEGRAL:
  • 1 xícara de arroz integral
  • 3 xícaras de água

Cozinhar o arroz na água até ficar quase seco.

  • 1 xícara de açúcar mascavo
  • 5 cravos
  • 1 pedaço de canela
  • 1 garrafinha de leite de coco
  • 1 litro de leite

Acrescentar ao arroz os cravos, a canela, uma parte do leite e o açúcar. Ir cozinhando, mexendo frequentemente. Ir acrescentando o resto do leite aos poucos. Cozinhar por uns 20 ou 30 minutos (se preferir um arroz doce com bastante calda, desligue enquanto ainda estiver bem molhado). Acrescentar o leite de coco, ferver mais um pouco. Retirar os cravos e a canela e deixar esfriar. Levar à geladeira. Servir bem gelado.

Quem quiser pode acrescentar canela em pó (ou cacau em pó, ou até mesmo coco ralado do tipo já queimado e adoçado) sobre sua porção.

COM ARROZ ARBÓRIO:

  • 200ml de arroz arbório
  • 400ml de água

Cozinhar o arroz na água, com a panela semitampada, mexendo de vez em quando para não grudar no fundo, até ficar quase seco. 

  • 200ml de açúcar
  • 5 cravos
  • 1 pedaço de canela
  • 600ml de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 200ml de leite de coco

Acrescentar ao arroz os cravos, a canela, uma parte do leite e o açúcar. Continuar cozinhando, mexendo frequentemente, e ir acrescentando o resto do leite aos poucos (sobretudo quando necessário para evitar que o doce transborde, se ameaçar subir). Cozinhar por uns 20 minutos (se preferir um arroz doce com bastante calda, desligue enquanto ainda estiver bem molhado). Acrescentar o leite condensado e o leite de coco, ferver mais um pouco. Retirar os cravos e a canela e deixar esfriar. Levar à geladeira. Servir bem gelado, polvilhado com canela, ou acompanhado por um doce em calda de sua preferência (fica especialmente bom com doce de casca de laranja em calda).


Pudim de leite

  • 2 xícaras de leite
  • 5 ovos
  • 2 colheres (sopa) de maisena
  • 200ml de açúcar
Bater tudo no liquidificador.
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
Caramelizar uma forma de pudim. Despejar nela a mistura do liquidificador. Cozinhar em banho-maria por uns 40 minutos. Deixar esfriar, levar à geladeira. Desenformar depois de bem gelado num prato ou travessa com alguma profundidade, pois pode liberar bastante calda.

sábado, 16 de julho de 2011

Bolinhos fritos de massa de pão

  • massa de "pão caseiro - colonial" (ver receita)
  • óleo
  • recheios de sua preferência
  • no caso de recheios doces, canela em pó e açúcar para polvilhar
Modelar os bolinhos, colocando dentro o recheio escolhido. Fritar em bastante óleo. Se o recheio for doce, logo após retirar com a escumadeira, passar pela mistura de açúcar e canela em pó. Colocar em recipiente forrado com papel. Servir ainda quente.

Dica: As crianças costumam adorar fazer seus próprios bolinhos, apenas com massa, sem recheio (surgem tranças, carrinhos, bichinhos, e o que mais elas quiserem imaginar). Vira uma brincadeira de massinha de modelar, com a vantagem de que podem saborear no final as suas "obras". Nesse caso, geralmente elas gostam muito dos bolinhos se passados pelo açúcar com canela depois de fritos.

Sugestões de recheios:
Doces:
  • pedaços de goiabada
  • pedaços de chocolate

Salgados:
  • cubos de queijo ou presunto
  • pedaços de salame
  • rodelas de calabresinha
Receita inspirada nas tortucce italianas.

Pão caseiro colonial

PÃO DONA LUÍSA

Antes de começar, tire a manteiga, os ovos e as laranjas da geladeira para irem ficando mais próximos da temperatura ambiente.
  • 2 pacotinhos de fermento biológico granulado
  • em torno de 2 kg de farinha de trigo (pode substituir até metade por farinha de trigo integral ou de centeio)
  • 3 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de sal
Misturar os ingredientes secos.
  • 150 ml de água morna
  • 1/2 litro de leite morno
  • 3 ovos
  • 1 colher e meia de manteiga
  • 1 colher e meia de óleo
  • suco de 2 laranjas                                         
Faça um furo no centro da mistura e ali coloque a água morna e a manteiga, junte
leite morno. Misture. Acrescente o  resto dos ingredientes e misture bem. Sove bastante. A massa deverá ficar maleável - mais firme que a do ponto de bolo ou de cuca -, e não deverá estar mais grudando nas mãos. Modele os pães. Se quiser,
pode pincelar com gema de ovo e salpicar sementes de gergelim. Deixe crescer.
                                                                              
Asse os pães (após 30 minutos veja como estão, inverta as formas de posição para que dourem por igual, deixe por mais uns 15 minutos). Depois de assados, desenforme e enrole num pano. Deixe-os sobre uma tábua até esfriarem. Quando frios, coloque em sacos plásticos e mantenha-os fechados para ficarem macios. Se quiser, corte o pão em fatias, guarde num saco plástico e congele; assim você pode ir descongelando fatia por fatia, no micro-ondas, conforme for precisando.
(adaptação a partir de receita fornecida pela Eli Ana)

Sugestões de acompanhamentos com pão quente:
  • Salame, queijo, manteiga e/ou requeijão.
  • Lingüiça calabresa frita na sua própria gordura, em rodelas.
  • Ensopado de carne moída.
Dica: Convide as crianças a modelarem seus pães, no formato que quiserem. Entre os imigrantes italianos, são tradicionais as tranças de pão e também as "colombinas" (pequenas pombas feitas com rolinhos de massa em que se dá um nó, modelando numa extremidade o rabo e na outra a cabeça, usando feijões para formar os olhos).